sexta-feira, 16 de abril de 2010

Curso: Usos e aplicações de instrumentos de comunicação digital nas organizações


Com o objetivo de proporcionar aos participantes uma visão geral de como se pode utilizar adequadamente os novos instrumentos de Comunicação Digital para a construção e manutenção de relacionamentos profícuos com públicos estratégicos no âmbito organizacional, a A Gomes Congressos está promovendo nos próximos dias 15 e 16 de maio das 8:00 às 12:00 e 14:00 às 18:00h. O curso “usos e aplicações de instrumentos de comunicação digital nas organizações”, ministrado pelos professores Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal.
O curso será realizado no Ed. Empresarial Torre do Parque, situado na Av. Antonio Carlos Magalhães, 771 – Itaigara, Salvador/Bahia. Tem a duração de dois dias e carga horária de 20 horas/aula. Os públicos interessados são profissionais e estudantes de comunicação, administração, turismo, secretariado, empresários, dentre outros.

Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal são coordenador da pós-graduação em Relações Públicas da FBB e diretores do Portal RP-Bahia, (líder em visitação entre os portais da área em toda a América Latina). Chamusca é ainda professor do Instituto Federal da Bahia (IFBA), secretário geral da Associação Latino-americana de Relações Públicas (ALARP-Brasil) e CEO da VNI Comunicação Estratégica e Digital.

O programa do curso é dividido em duas partes, sendo a primeira expositiva, em que os facilitadores farão a apresentação do cenário social contemporâneo, falarão sobre a realidade das organizações neste novo cenário, apresentarão novos instrumentos de Comunicação Digital, além de suas aplicações no contexto organizacional, dando exemplos de utilizações adequadas e inadequadas. Já a segunda parte do curso é interativa e contará com reflexões sobre a aplicação prática de instrumentos de Comunicação Digital, a partir do estudo de cases, e interação entre participantes por meio de dinâmicas de grupo.

Na taxa de inscrição já está incluso CD com todo o material didático, pasta e certificado. O valor da inscrição é: R$ 250,00 para profissionais e R$ 125,00 para estudantes.

Mais informações e inscrições, pelos telefones (71) 3243-3984 / 3241-4008 / 8868-3639 / 9917-8878 ou pelo e-mail augustagomes.eventos@uol.com.br

terça-feira, 13 de abril de 2010

NOVOS CURSOS NA FAINOR


Acompanhe o andamento dos projetos pedagógicos para a implantação dos cursos: Odontologia, Arquitetura e Engenharia de Produção.

O MEC aprovou o projeto pedagógico de três cursos novos para a FAINOR sendo estes: Odontologia, Engenharia de Produção e Arquitetura. As comissões de implantação dos novos cursos trabalham no sentido de preparar a FAINOR quanto a estrutura física e corpo docente, para atender de maneira qualificada ao seu funcionamento. Novos laboratórios estão sendo montados, livros e equipamentos estão sendo adquiridos para que o desenvolvimento destes cursos dê continuidade a missão da FAINOR em oferecer ensino de qualidade.

Os novos cursos aguardam apenas a publicação da portaria de autorização do MEC para realizar o primeiro vestibular, a expectativa é que esse vestibular para os três novos cursos aconteça no final do primeiro semestre.

Vestibular Uesb 2010.2: novas datas


por Flávia Mota


Vestibulandos de toda a região têm mais uma oportunidade de ingressar na Universidade que mais cresce no interior da Bahia. A Uesb realiza seu segundo processo seletivo em 2010 e as inscrições estão abertas no período de 4 a 24 de maio. No entanto, a Comissão Permanente de Vestibular (Copeve) informa que as datas de realização das provas foram alteradas para os dias 4, 5 e 6 de julho.

Neste Vestibular, os candidatos poderão se inscrever para os cursos de Química, Matemática, Ciências Biológicas, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina, Odontologia, Farmácia, Agronomia, Cinema e Audiovisual, Zootecnia, Administração, Direito, Letras, Pedagogia, Filosofia. Em breve disponibilizaremos mais informações acerca do Vestibular em nosso site. Obtenha outras informações através do telefone (77) 3424-8607.


Uesb

Construção civil abre novas oportunidades de trabalho

Na última semana, o professor Abel Rebouças, reitor da Uesb, se reuniu em Brasília com o Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Na ocasião, foi discutida uma parceria entre o Ministério e a Uesb, no sentido de implementar programas de formação profissional na área de construção civil.

De acordo com o reitor “estamos vivendo um momento muito especial na área da construção civil em todo o país e no Sudoeste da Bahia não é diferente”. Muitas obras estão sendo edificadas em ritmo acelerado, com recursos dos governos federal (como o Programa Minha Casa Minha Vida e muitos outros), estadual e municipal, além da iniciativa privada.
Tudo isso demanda mão-de-obra qualificada em todos os níveis, desde o ajudante de pedreiro até o engenheiro ou arquiteto. Muitas empresas e até mesmo pessoas comuns têm tido dificuldade de contratar pedreiros, eletricistas, encanadores, carpinteiros, dentre outros, em função da escassez desses profissionais no mercado.
Diante dessa realidade, a Uesb estará enviando proposta ao Ministério do Trabalho para estabelecer uma parceria para a instalação de um programa de formação dos profissionais da área de construção civil. “Entendemos que há muitas pessoas que gostariam de buscar qualificação nesta área e, dessa forma, melhorar sua qualidade de vida, em função de uma remuneração melhor” afirma o professor Abel Rebouças, justificando a necessidade do programa.


Assessoria de Comunicação Uesb

Transformando universitário em empreendedor

por Julia do Monte


Você que é estudante, já se imaginou vivendo o dia-a-dia de uma empresa? Então, fique atento ao Desafio Sebrae 2010! Realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o jogo tem como objetivo a disseminação da cultura empreendedora para os universitários que buscam caminhos para o começo de sua vida profissional.

Competitividade, ética e associativismo são alguns dos conceitos difundidos durante mais de seis meses de competição, quando universitários de todo país, organizados por equipes, experimentam sua capacidade de administrar um negócio, tomar decisões e trabalhar em equipe. Os interessados devem se inscrever até a próxima quinta-feira, 15, no site do Desafio Sebrae, onde são encontradas informações pertinentes como o regulamento do jogo.

Conheça a competição

O jogo reúne todos os anos graduandos de diversos estados do Brasil. A edição 2010 tem como tema o setor de fabricação de instrumentos musicais, com o intuito de promover a gestão empreendedora junto ao público universitário, de onde surgirão os futuros profissionais e empresários do setor.

As equipes poderão ser formadas com no mínimo três e no máximo cinco alunos, que podem ser de cursos diferentes, porém, do mesmo estado brasileiro. Durante a competição, os grupos serão avaliados conforme as decisões tomadas em ambientes que simulam o mercado profissional. Em seguida, as atitudes serão comparadas às percebidas nas equipes concorrentes e a partir desses dados serão distribuídas as pontuações.

O Desafio Sebrae acontece em cinco etapas: classificação estadual, semifinal estadual, final estadual, semifinal nacional e final nacional. As fases estaduais serão disputadas pela internet, enquanto as nacionais presencialmente, em Recife/PE. Não perca tempo, faça já a sua inscrição nesse jogo que transforma universitário em empreendedor!


Assessoria de Comunicação

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Reforce sua identidade e cresça como profissional

Por Juan A. Medina

A falta de emprego ou a simples possibilidade de perdê-lo assusta muitos hoje em dia. Mas algumas vezes ficar sem trabalho pode ser um divisor de águas e representar um bom momento para repensar e dar um novo foco à carreira profissional.


Yescom Consulting
Para Yuri Morejón, assessor de comunicação pública e política da empresa Yescom Consulting, em momentos de crise, como dizia Einstein, "só a imaginação é mais importante que o conhecimento".

"Quando buscamos um emprego, somos mais do que nunca uma combinação única de nossos conhecimentos e habilidades, de nossa personalidade, experiência, valores, e como não, de nossa imagem", afirma Morejón sobre o que chama de "anteprojeto de marca pessoal".

Segundo ele, é fundamental tirar proveito do real potencial profissional para projetar a marca pessoal, fugindo do básico.

"É como uma dieta. Você notará os resultados se seguir a bem-sucedida receita dos três 'Pês': paciência, prudência e perseverança", explica.

Receba pelo que vale

Morejón diz que, independentemente da profissão, é importante se dar valor. Para isso, basta identificar seu espaço e encontrar um estilo próprio. A chave passa tanto por uma boa estratégia de comunicação como por um relato atraente que conecte o público alvo.

O especialista em comunicação e marketing destaca a relevância da diferenciação, independência, reconhecimento, reputação e credibilidade do profissional para que se chegue ao real valor de seu trabalho.

Ele estabelece cinco pontos de onde partir para criar uma marca pessoal.

- Objetivos - "Não há vento propício se não se sabe para onde ir. Quem sou? Como sou? O que quero conseguir? A quem quero me dirigir?. Essas são as chaves".
- Diferenciação - "Para ser, é preciso ser diferente. O que fazer? Em que campo me destaco, sou bom ou me motivo?".
- Estratégia - "Quais passos darei para conseguir meus objetivos? Que imagem vou projetar de mim mesmo?".
- Convicção - "É preciso se dar valor. A convicção, na profissão e no valor profissional, é percebida. Ela rende, é algo que atrai, que gera seguidores. Só é necessário encontrá-la e saber projetá-la".
- Paciência - "A maioria dos que fracassam tentou antecipar a hora do sucesso".
Internet e redes sociais

Por trás de uma marca pessoal deve haver uma história coerente, viva, estruturada, crível, sedutora e autêntica construída com base em valores, ideias, as palavras, imagens e projetos que se deseja transmitir. Em palavras de Morejón, "o relato bem narrado simplifica, interpreta, clarifica, comunica, integra, motiva, persuade, mobiliza, emociona, humaniza um serviço, um produto e quem o vende".

Para ele, a ajuda da internet e de redes sociais para expandir a marca pessoal são inventadas, mas existem riscos. "O maior é crer que estar nelas é o fim, e não o meio para chegar, conectar e interagir com outras pessoas. Conhecer a rede e a forma de comunicar-se nela é chave para ficar conhecido, aproximar-se da interação com o público, debater e receber propostas, criar opinião e, definitivamente, se referência no âmbito profissional".

No que se refere ao custo que uma marca pessoal tem que criar, o especialista afirma que "não é questão de dinheiro, mas de tempo, dedicação e de querer crescer e melhorar como profissional".

Para Morejón, criar uma marca que forneça valor e tenha boa reputação não é fácil. Nosso nome, nossa reputação será algo que nos acompanhará por toda a vida.

"Poderá mudar, sem dúvida, mas nunca poderemos descuidar de áreas mais humanas como a forma de atuar, a maneira de nos relacionar, a honestidade e nossa credibilidade. É ela a que somará ou diminuirá qualidades a nosso prestígio como profissionais", esclarece.

O especialista espanhol conta também que, em seu caso, elaborar sua própria marca serviu para ganhar em independência, reputação e influência, mas sobretudo serviu para que empresários e políticos vissem que em sua profissão, a comunicação pública e política, ajuda a que conheçam mais, entendam melhor e, definitivamente , lhes comprem e votem mais".

Morejón cita como exemplos de sucesso alguns famosos que souberam projetar sua marca pessoal, como a apresentadora de televisão americana Oprah Winfrey.

"Sua trajetória de vida demonstra não só sua capacidade de superar os obstáculos, mas o grande potencial de um bom relato pessoal para conectar, emocionar e influir sobre um público tão diverso como o americano", fala o espanhol.


EFE - Alejandro Ernesto
Sobre a jornalista cubana Yoan Sánchez, que se tornou um dos ícones da defesa dos direitos humanos em seu país através de um blog, Morejón opina: que "ter uma meta clara - informar do que acontece em Cuba - a colocou como uma grande líder de opinião, com muita credibilidade e capacidade de influência".

Em referência ao empresário argentino de origem colombiana Francisco de Narváez, peronista dissidente e duro adversário para o ex-presidente Néstor Kirchner, o especialista ressalta que ser estrangeiro e homem de negócios não parecia a maior exigência para entrar na política.

"Sua difícil história pessoal também não parecia ajudar, mas ele se posicionou como um homem feito a si mesmo, com um estilo novo de fazer política, como a solução para os problemas do povo. E foi capaz de derrotar o ex-presidente Kirchner na província eleitoral mais importante da Argentina", continuou.


EFE - Harold Escalona
Em relação a outro personagem da atualidade, o venezuelano Alberto Federico Ravell, ex-diretor do canal "Globovisión", comenta que ele soube aproveitar a potencialidade da internet e de redes sociais como o Twitter, onde tem mais de 100 mil seguidores, para se tornar referência de informação e opinião no país.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Tema: transferência de culpa


No começo do século 17, os habitantes da região italiana da Toscana já estavam se acostumando com as esquisitices de um sujeito chamado Galileu Galilei. Ele era bamba em matemática e física e andava obcecado por entender os mistérios do Universo. Uma passagem curiosa a seu respeito é aquela em que ele subia a torre inclinada de sua cidade natal, Pisa, e ficava jogando coisas de tamanhos e formas diferentes, tentando entender por que e como caíam. Diz a lenda que, após uma dessas experiências, Galileu observava pensativo os restos de um ovo estatelado na calçada da praça dos Milagres quando foi interpelado por uma velhinha que lhe perguntou o que estava fazendo. “Estou tentando entender por que este ovo caiu da torre”, disse ele. “Eu sei por que ele caiu”, emendou a mulher. “Porque você o soltou.”

Essa história engraçada coloca juntas as duas causas que costumam desencadear os fatos da natureza e também da vida humana: a causa que determina e a causa que predispõe. O que determinou a queda do ovo foi a ação da gravidade; o que permitiu que isso acontecesse foi o fato de Galileu ter aberto a mão e soltado o ovo. Da mesma maneira, sempre há uma causa externa e uma causa interna para os fenômenos que acompanham a vida humana. O correto é dar crédito merecido a ambos os fatores, mas nós temos uma imensa tendência a valorizar um e minimizar o outro, de acordo com nossas conveniências. Nossas conquistas costumamos atribuir às nossas virtudes; já nossos fracassos não têm nada a ver com nossos defeitos, e sim com fatos alheios a nós, verdadeiras traições do destino.

Na semana em que escrevi este artigo, pude observar pelo menos três fatos que ilustram bem essa tendência de autopreservação: um querido amigo chegou com uma hora de atraso a um compromisso que tinha comigo e, após cumprimentar-me, passou a culpar o trânsito por seu atraso, e não sua já conhecida e folclórica despreocupação com os horários e com o tempo dos demais. Outro, investidor da Bolsa da Valores, perdeu dinheiro com a dança dos números e imediatamente atribuiu o prejuizo à “mão invisível do mercado” e não a sua análise incorreta das tendências. Nesses acontecimentos, eu fui o espectador, mas há pelo menos um em que fui o grande protagonista. Estou entregando este artigo com atraso e, quando a equipe de VIDA SIMPLES me ligou, suavemente, cobrando, eu comecei logo a dizer que ainda não tinha entregue porque estava viajando, os aviões andam atrasados, o excesso de trabalho estava me matando etc. etc. É o mesmo que dizer: “A culpa não é minha. A culpa é de minha vida, e eu não tenho controle sobre ela”. Pode?

Você é meu inferno
Cada pessoa tem seus próprios planos na vida. Para realizá-los, vai executando ações que modificam o mundo a seu favor. Até aí, tudo bem. O problema é que todos fazemos isso e, claro, sempre haverá a possibilidade de que aquilo que alguém faça para atingir seus objetivos entre em conflito com o projeto de outra pessoa. É por isso que o filósofo Sartre dizia que “o inferno são os outros”. Mesmo levando em consideração o mau humor do existencialista francês, temos que aceitar que ele tinha lá alguma razão, mas também não podemos deixar de atribuir a esse pensamento uma carga de transferência de responsabilidade. Às vezes as pessoas criam seus infernos particulares e atribuem a autoria a outrem.

Todos já vivemos situações em que foram as atitudes de alguém ­ o namorado, o chefe ou o presidente da República ­ que acenderam o fogo da panela de pressão de nossa paciência. Ok, concordo! Mas muitas vezes fomos nós mesmos que riscamos o fósforo, e os outros apenas entraram com a palha seca. Ou vice-versa.

Ninguém está livre de ter esse comportamento transferidor de responsabilidade. O problema é que ele pode se transformar em um padrão. Quem jamais, ou quase nunca, admite ter construído seus insucessos, carrega consigo os sentimentos de frustração, de impotência e de injustiça. Frustração porque vê seus planos falharem. Impotência porque, como não se atribui a culpa, sente-se incapaz de agir sobre seu próprio destino. Injustiça porque não se considera merecedor do infortúnio, uma vez que, em sua opinião, não é ele o autor do mesmo.

A psicologia, que está sempre buscando explicar o comportamento humano, cunhou a expressão “projeção” para explicar essa tendência de transferir responsabilidades que todos temos, em graus variados. E colocou a projeção em um grupo de comportamentos chamados “mecanismos de defesa”. A parte da estrutura psicológica chamada ego muitas vezes recusa-se a reconhecer impulsos de seu vizinho, o id. Essa é a parte da mente humana mais primitiva, regida pelo impulso do prazer, e que busca a satisfação imediata das necessidades e o apaziguamento das tensões. Obedecendo a esses impulsos primitivos, muitas vezes fazemos coisas, ou deixamos de fazer, que nossa própria moral reprovaria. É quando entra o ego, que é regido pelo princípio da realidade.

Quando adultos, não podemos mais simplesmente cair no choro e sapatear quando somos contrariados ou repreendidos. As crianças fazem isso porque são comandadas pelo id. Nos adultos, o ego assume o comando e a responsabilidade. Entretanto, às vezes o golpe é muito forte para um ego ainda não totalmente estruturado. Nesse caso, ele projeta a culpa para fora de si, isentando-se e, claro, incriminando alguém. Freud explicou!

Por: por Eugenio Mussak - Revista Vida Simples